Esta semana decidi abrandar um bocado... Ontem peguei no meu amor de duas rodas, verifiquei os níveis, atestei o depósito e siga... Almoço em Viana do Castelo, junto à marina, muito bonita esta nova marina em Viana... Café em Espanha (não presta, mas pronto...)... Paragens várias, para vistas e cigarros... Entrada em Portugal por Lindoso... Jantar no Gerês... Ceia em casa...
Por vezes esqueço-me de como é andar de mota... Gosto disso... Dos cheiros... Da liberdade... Do barulho... Da potência... Da simbiose entre o punho direito e a roda traseira...
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Se bem que ontem, não sei bem porquê, vesti uma cuecas... sim cuecas (ainda tenho umas que me recuso a deitar fora... talvez por serem as últimas)... E andar de mota de cuecas é coisa para... Ser um tanto ou quanto desagradável... Por isso um bem haja ao homens que já andavam de mota antes da invenção dos boxers!
Deixei-a em casa com o meio irmão de 16 anos enquanto fui ao hospital ver o meu marido. Mas ele lembrou-se de ir tocar bombo e deixou-a sozinha.” É desta forma que Graça Lima, de 43 anos, explica o facto de a sua filha, Luana Inês, que hoje completa o primeiro aniversário, ter ficado sozinha em casa no passado sábado durante várias horas.
Estará o mundo ao contrário? Eu estou em querer que sim...
Não sei em quem me apetece bater mais... Se na mãe... Se no irmão... Se nos vizinhos que aplaudiram quando a criança foi levada de casa da mãe... Os mesmos vizinhos que "botam" contra o aborto... A hipocrisia é coisa linda...
De qualquer forma o desfecho deste caso, para a mãe, não vai ser bom...
Gostava de poder ser o advogado da senhora... Dava qualquer coisa do género em frente ao juiz...
Juiz: - Tem alguma coisa a dizer em seu favor? Eu: - Sim meritíssimo, a minha cliente já fez as malas, e gostaria só de saber a que hotel de luxo se deve dirigir... Juiz: - Como?!?! Eu: - Claro, Sr. Doutor Juíz, ora vejamos: - A minha cliente deixou o filho de um ano com um filho irresponsável, é certo, mas foi para ir ao hospital visitar o seu marido. Juiz: - Sim e? Eu: - Não drogou os filhos enquanto foi "swingar" com os amigos, e não perdeu nenhum no processo. Portanto se a esses senhores o estado português nada fez, e ainda lhes pagou a estadia.... O que estou a perguntar é para que hotel a minha cliente se pode dirigir, com a sua família até ao desfecho do caso? Pode ser no Sheraton? Acho que fica bem... Juiz: - ... (suspiro)
À pois é, é que para uns mentecaptos, coitadinhos... fizeram asneira da grossa mesmo, mas coitadinhos... para outros mentecaptos, havias de morrer!
A justiça não é a mesma para todos e como tal acho que já era horinha de mudar a palavra justiça para... sei lá... a-ver-se-tens-dinheiro-ou-te-fodes...
Afinal acho que justiça há... Mas é só para os pobres... Para os ricos é só um incomodozito, nada mais...
Este fim de semana "amandei-me" no meu primeiro rápido Classe IV...
Segundo a wikipédia um classe IV é: Class 4: Whitewater, large waves, rocks, maybe a considerable drop, sharp maneuvers may be needed. (Skill Level: Whitewater Experience)
O rápido em questão é a chamada barragem do rio Tâmega que fica quase no fim do percurso entre Atei e Mondim.
Um mimo... Aqui fica um video com algumas partes do percurso inclusive da barragem, a partir do 1:10... Não não sou eu, mas o de azul, logo o primeiro, é o meu primo e reparem onde ele pára...
E desta vez parou no mesmo sítio, e eu também queria... Mas fiquei pelo querer... Mas propriamente de cabeça para baixo ao tentar... É que parece fácil... Mas acreditem que não é...
E um respeito pela natureza, quando me virei... Uma força brutal a arrastar-me rio abaixo... Um barulho ensurdecedor... E uma puta de uma água gelada como sei lá o quê... Mas fiquei virado no bom sentido... Depois de uns segundos a perceber que não, não foi um comboio que me acertou... Lá me orientei e esquimotei, e saiu! E parei uns bons metros mais abaixo do pretendido, mas pronto...
Para o meu primo por exemplo é como tirar um chupa a um menino, os classe IV... Para mim também, só que não a um menino, mais ao bicho papão, mas pronto, lá chegarei...
E o "berdinho" já é meu!! Fechei o negócio com o meu dentista no fim de semana!
Aqui fica uma imagem deles ("Berdinho" e "Rabiço" ao comando)!
E vou continuar a desafiar essa força da natureza, selvagem e bela, a água...
Já gostei de semanas de 3 dias e qualquer coisa... Depois passou... Tentar arranjar lugar para o que normalmente não cabe numa semana de 5 dias numa de 3 é giro...
Adiante... Acho que estou a ficar viciado, na coisa do kayak... Cada vez gosto mais... No domingo passado, com um frio fresquinho e uma chuva ora a sério, ora chata, lá fui... Estava um dia que era uma especialidade... Mas qual é o problema da chuva, se um gajo se molha no rio? - perguntam vocês É que os fatos são feitos para andar molhados, e uma vez molhados isolam o vento e assim aquecem, mas se tiverem constantemente em contacto com a água, essa nunca chega a aquecer e é um frio do $#%$6%&, ok? - respondo eu
Embora ainda não hajam "bideos" comigo incluído, porque ainda só ando em água ligeiramente mais agitada que a do Douro, nada que valha a pena registar, aqui fica um dos meus amigos à 3 semanas atrás no Castro Laboreiro... Com a cortesia do pagayak... E do aquavertical... E o kayak verdinho, se tudo correr bem, passa a ser a minha "biatura" destas andanças!
O que vale é que esta semana, embora só com 3 dias, sobreviveu toda com um único depósito de combustível! Acho que os senhores do petróleo devem ter sentido...
Ao que tudo indica faz hoje 100 anitos que o moço morreu... Tinha como curto nome... Carlos Fernando Luís Maria Vítor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo-Gotha Saliento o facto de ter no nome o nome dos 3 arcanjos! O meu pai a mim só me arranjou um... Mas foi, ainda assim o mais bonito... Acho... Mas isso, pronto, não me preocupa muito... Não fosse o meu cérebro colar num pormenor...
D. Carlos I !!! Primeiro??? Houve mais??? E ninguém me disse? E filho de D. Luís I ??? Se era filho e acabou ali...
Não me lembro de nenhum D. Carlos 0... Ou de Um D. Dinis I ou ainda de um D. Duarte I